Plano de saúde: individual, familiar ou empresarial?

Escolher plano de saúde não é só olhar o preço. A forma de contratação muda o valor, a rede de atendimento e até as regras de reajuste. Vamos aos três caminhos mais comuns.

Individual ou familiar

É o plano contratado direto por uma pessoa (ou por uma família). Costuma ter as regras de reajuste mais protegidas para o consumidor, mas nem sempre está disponível em todas as regiões e operadoras.

Pra quem faz sentido: quem não tem CNPJ e quer um plano no próprio nome, com previsibilidade.

Coletivo por adesão

Contratado através de uma entidade de classe (conselho, sindicato, associação) da qual você faz parte. Tende a ter mensalidade menor que o individual, com boas redes.

Pra quem faz sentido: profissionais que pertencem a alguma categoria com entidade parceira.

Empresarial (PME ou corporativo)

Contratado por uma empresa, a partir de poucas vidas. Em geral tem o melhor custo-benefício e acesso a redes amplas.

Pra quem faz sentido: quem tem CNPJ, mesmo que MEI ou pequena empresa, e quer economia.

O papel do corretor

Cada operadora tem uma rede credenciada, um preço e uma regra diferente. Comparar tudo isso sozinho é trabalhoso. A Auris analisa o seu perfil, compara operadoras como SulAmérica, Amil, Bradesco, Porto e outras, e indica o plano com a melhor relação entre rede, cobertura e mensalidade.

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